quarta-feira, outubro 31, 2007

Momento Família: Saudade!!!!


Bom, como a saudade é grande e no niver do meu pai não deu pra matar saudade nadica de nada, na verdade só aguçou, coloco aqui uma foto dessas meninas lindas que eu amo de paixão:

A da direita é minha cunhadinha... e as outras duas... bom, eu queria dizer que são minhas irmãs, primas ou qualquer coisa assim, mas essas aí são minhas sobrinhas (Gretta, Dryelly e Karine, da esquerda pra direita).
Bjos lindas, amo vocês!!

Copiômetro

Vou linkar esse artigo. Bastante interessante!!!!

O Desafio do Curso Superior

Feira de profissões, testes vocacionais, orientação profissional... Essas são algumas das ferramentas utilizadas para ajudar o jovem vestibulando a acertar na escolha do curso superior. Isso porque muitos que conseguem se tornar universitários, desistem no meio do curso por não se identificarem com o mesmo, por ele não atender às suas expectativas, por criarem uma imagem da profissão divergente da realidade. Esse problema é sério, pois geralmente derruba a auto-estima do jovem, gera inúmeras dúvidas e pode até mesmo causar uma depressão. Entretanto, outro problema, talvez até mais grave que esse, é a falta de preparo profissional do jovem que se forma e precisa enfrentar a realidade do mercado de trabalho.


Na década de 60-70 ter um diploma era “garantia” de emprego uma vez que poucos tinham acesso ao que hoje chamamos Ensino Médio e menos ainda à faculdade. De lá para cá muitos fatores mudaram bruscamente essa realidade: aumento demográfico, elevação dos índices de desemprego e, principalmente, a globalização que unificou os mercados (inclusive o de trabalho) e fez com que a exigência por qualificação aumentasse vertiginosamente.


Muitos pais dos jovens que estão saindo do ensino médio ainda orientam seus filhos sob a ótica daquela época, fazendo-os investir pesada e exclusivamente em formação, em conseguir o diploma a qualquer custo e outros fatores extremamente importantes como a experiência profissional são ignorados.


Hoje o que se vê é um número cada vez maior de profissionais graduados e despreparados, que são obrigados a aceitar salários baixos e colocações fora de suas áreas de formação se não quiserem engrossar as estatísticas de desempregados. Esses jovens não recebem orientação sobre o que o mercado de trabalho irá exigir deles em termos de habilidades, comportamentos e conhecimentos diversificados.


Outro fator relevante é a falta de maturidade, pois ao entrar na faculdade via de regra o jovem recém adquiriu sua maioridade o que, para muitos, significa uma aquisição de maior liberdade, carteira de habilitação e outras “regalias”. O jovem então se depara com um mundo novo, especialmente porque muitos vão estudar fora da casa de seus pais e se vêem bombardeados com festas, pessoas diferentes, novas experiências... Enfim, muitos optam pela “curtição” e fazem apenas o necessário para passar nos testes da faculdade e ser aprovado. Quando esses jovens chegam ao mercado de trabalho e tentam conseguir uma posição geralmente os entrevistadores perguntam sobre suas atividades extracurriculares, projetos dos quais participou e conquistas alcançadas. Aqui é onde começa o problema.


O jovem começa sua busca pelo primeiro emprego, com o diploma na mão e em geral é o que mais relevante consta em seu currículo. Entretanto, as empresas buscam pessoas diferenciadas. Aliás, essa é a regra do mercado em todos os aspectos: destacar-se dos demais, seja pela inovação tecnológica, seja pela atuação na sociedade, seja pela preocupação ambiental, pela valorização do ser humano ou qualquer outro fator, o importante é diferenciar-se e ser notado e com os candidatos a uma vaga de emprego não é diferente. As organizações buscam pessoas diferenciadas, que apresentem certo valor que elas considerem como relevante para que essas pessoas promovam a valorização da empresa.


Infelizmente vivemos em um país em que tem se priorizado o imediatismo. Os governos buscam soluções paliativas que amenizem os problemas rapidamente e gerem “resultados” imediatos de forma a angariar a simpatia do povo sem se preocupar com problemas de ordem estrutural que podem gerar e que perdurarão para muito além de seus mandatos. Isso faz com que não se procure soluções para o problema da educação no Brasil. Se de um lado temos cada vez mais pessoas concluindo e perdurando nos estudos, de outro vemos uma realidade de pessoas com formação, mas sem qualificação, sem a competência necessária para garantir uma vaga no mercado de trabalho, o que gera um paradoxo: altos índices de desemprego associado a pessoas atuando fora de suas áreas de formação e empresas que não conseguem preencher suas vagas pela falta de candidatos qualificados e aptos para desempenhar as tarefas satisfatoriamente.


É preciso abrir mão de algumas coisas no presente e investir tempo na adequada preparação para o futuro para que o super aproveitamento do tempo com lazer agora não gere o dobro de atraso mais a frente. Certo é que ninguém deve abdicar de suas atividades prazerosas, momentos de lazer e relaxamento, momentos de aproveitar a família e os amigos; contudo, é preciso pensar melhor sobre como tem sido utilizado o tempo durante o período da faculdade. Está fazendo apenas o essencial para conseguir o diploma ou realmente está se preparando para o mercado? Está aproveitando o conhecimento disponível na entidade de ensino ou todo esse potencial está sendo desperdiçado? Atividades não só de formação de diplomados, mas de formação de bons profissionais estão sendo desenvolvidas?


Abaixo seguem algumas dicas para aqueles que estão entrando ou já estão estudando em um curso superior, quanto aos outros, não se desesperem, conscientizar-se da necessidade de fazer diferente é o primeiro passo para obter resultados diferentes.

- Defina suas metas (pessoais, profissionais), elas são condizentes? Se não, é necessário adequá-las.


- Investigue sobre o que é valorizado em sua área profissional: comportamentos, atitudes, habilidades, conhecimentos gerais...


- Esteja próximo dos docentes. Isso não quer dizer tornar-se um bajulador, embora algumas vezes você seja taxado de tal, o importante é conversar com eles sobre o mercado de trabalho, sobre atividades extras que podem ser desenvolvidas, cursos que podem ser feitos, oportunidades para mostrar seu valor e aprender mais, bem como começar uma rede de contatos na área.


- Não é necessário se inscrever em todos os eventos que tiver. Selecione aqueles que mais irão contribuir com o alcance de suas metas, mas procure sempre atentar-se ao que está acontecendo a sua volta, acompanhando sua evolução e seja participativo, assim você poderá ser visto e terá “experiências” para relatar ao recrutador.


- Leia, escreva e procure publicar o que você escreve. Peça ajuda para os professores, envolva-os, faça-os comprar sua idéia.


- Lembre-se: ser tímido não é um problema, mas se a timidez lhe atrapalha no trabalho em equipe ou na apresentação de trabalhos, procure cursos que o ajudem a superar, a lidar com a timidez e a ter maior desenvoltura como cursos de Oratória, os famosos “Como Falar em Público”, dentre outros.


- Invista em você, em sua formação, na sua informação e não se esqueça de guardar os comprovantes de participação em eventos e outros certificados/publicações e documentos que possam comprovar essas atividades.


- A atuação como voluntário também tem um grande peso para o contratante, demonstra força de vontade, preocupação social, visão global e muitas outras qualidades desejáveis.


- Procure conhecer seus pontos fracos e trabalha-los. Ter defeitos é aceitável, desde que você os reconheça e demonstre que está lidando com eles, procurando minimizar seus efeitos e crescer como pessoa e profissional.


- Pense no que você quer para si, tanto pessoal como profissionalmente, planeje, tenha em mente suas qualidades, seus diferenciais, pois se você mesmo não se conhece, como a empresa poderá conhecê-lo? Você é quem tem o poder de comunicar, de encantar...

O mais importante: coloque em prática! Muitos planejam, mas poucos conseguem transformar o plano em ação, por isso, faça a diferença e você sentirá a diferença!

terça-feira, outubro 30, 2007

Qualificação X Experiência

Este artigo trata de um assunto bastante delicado: profissionais altamente capacitados, com ampla experiência mas que muitas vezes são rejeitados em processos seletivos devido à falta de qualificação. O texto fala por si só, mas gostaria de complementar lembrando dos outros, dos que se dedicam aos estudos e quando tentam entrar no mercado de trabalho se deparam com a exigência de qualificação + experiência. Em casa vejo as duas realidades: a minha, de quem estudou e estudou mas sempre faltou experiência e meu esposo, a quem sobra experiência e conhecimento (adquirido através de leitura e informação) mas falta a tal da qualificação. Muito comum em entrevistas acontecer de, a mim: "procuramos alguém que já tenha experiência" e a ele: "procuramos alguém já formado". Minha vontade muitas vezes foi a de dizer: "dá pra vocês se decidirem?!"
O mais engraçado são anúncios que vejo de vez em quando assim: "Requisitos: Curso superior completo nas áreas x, y e z; mínimo 5 anos de experiência no ramo e na função; idade entre 18 e 25 anos." Ok, quais as chances????

Bom, espero que isso esteja mudando senão daqui a pouco o governo terá que permitir o trabalho de menores de 14 anos para que eles possam ter os 10 anos de experiência que vão exigir quando saírem da faculdade aos 22 anos.

Planejamento de Carreira

Particularmente, quando ouço ou leio esse termo em algum lugar sempre sinto uma certa resistência. Por mais que esteja já "doutrinada" a saber que "... o planejamento é algo dinâmico e não estático..." como virou moda em qualquer texto sobre planejamento, me parece que esse termo: Planejamento de Carreira acabava por limitar o profissional e de certa forma destiná-lo a simplesmente conseguir cumprir seu planejamento ou não culminando em ser feliz profissionalmente ou não. Esse texto aqui não sei porque me convenceu do contrário, de que o tal planejamento de carreira implica muito mais em direcionar suas ações, seus investimentos em você mesmo do que qualquer outra coisa. Necessariamente é preciso direcionar para seu trabalho, até porque, um médico que só estuda sobre música vai espantar os pacientes, por assim dizer. E com isso ressalto uma coisa: como é difícil escolher um curso direcionado para o trabalho!!! Primeira etapa: saber onde tem... já é super difícil. Depois você tentar conseguir informações como cronograma, val0res, etc... Outro suplício... Daí descobre que ou é longe demais ou é caro demais para o seu bolso... Como lidar com isso???
Ainda não descobri, mas se achar a resposta prometo contar pra vocês...

Sobre o livro: " O Segredo "

Num misto de auto-ajuda com relato de pesquisa histórico-científica, lembrando até o famoso “O Código da Vinci” em sua forma, o livro de Rhonda Byrne, “The Secret – O Segredo” de início parece mais um doutrinador, mas conforme continuamos na leitura, ele mostra ser muito mais que isso. Certamente muitos o enxergarão com certo ceticismo de início, mas no mínimo seus relatos e dicas de pequenas mudanças no dia-a-dia nos fazem refletir sobre como podemos mudar para melhor nossas vidas tomando pequenas atitudes positivas frente aos contratempos que enfrentamos.
Com uma linguagem bastante acessível e mesclando relatos da pesquisa da autora com declarações de pessoas de diferentes áreas, mas todas bem sucedidas, o livro fala de um Segredo para o sucesso que inicialmente foi conhecido e guardado a sete chaves por poucos: Einstein, Roosevelt, dentre outros expoentes; mas que agora torna-se público através da publicação do livro e do filme de mesmo nome.
Suas afirmações independem de credo ou religião, uma vez que podem ser transportadas para a realidade e a fé de cada um. Contudo, mesmo que o leitor não se convença da existência e funcionalidade de tal Segredo, pode pelo menos acatar algumas das sugestões do livro que farão com que tenha relacionamentos melhores e encare a vida de forma mais positiva. Boa leitura!

Tempo

Esse tempo está cada vez mais maluco! Na sexta viemos trabalhar com uma baita chuva, clima ótimo pra ficar em casa na cama... Já ontem um calor que foi difícil suportar, clima ótimo pra ficar em casa, lagarteando deitada no chão na frente do ventilador e tomando sorvete... nessas horas é que me dá saudade do shopping... Hummm aquele ar-condicionado!!!!! Já hj, felizmente, o calorão se foi e parece que vem "toró" por aí... Tomara!!! Minha rinite está acusando uma baixíssima humidade do ar (viu como tem vantagem? Pra que meteorologia???)...

Bom, fora isso, a semana vai bem obrigada! Tem feriado e pagamento pela frente... Quer coisa melhor??? ;)

segunda-feira, outubro 29, 2007

Trabalho em equipe

Estava lendo um artigo de meu amigo Wellington, consultor de empresas, sobre trabalho em equipe. Ele fez uma breve análise da estratégia de duas diferentes equipes: a Ferrari e a McLaren. A primeira conquistou o campeonato – sob a crítica de muitos brasileiros – utilizando de uma estratégia para a equipe, conseguindo que um dos pilotos vencesse o campeonato e ficasse em primeiro e o outro ainda subiu no pódio com a segunda colocação, enquanto a outra promoveu a disputa entre seus integrantes e não conseguiu nem uma coisa nem outra.

Eu não entendo muito de Fórmula 1. Na verdade não entendo nada, mas colocando assim, fica relativamente fácil entender porque o mundo está como está: nem no esporte, dentro de uma mesma equipe as pessoas não contribuem para o crescimento e a conquista de objetivos, imaginem em outras situações.

Dentro das empresas – tal qual consta no referido artigo – quantas vezes existem conflitos que não são solucionados, disputas pela autoria de metas atingidas e pela atenção do patrão? Normalmente os próprios incentivam esse tipo de comportamento sem perceber que se a equipe toda se unir maiores e melhores objetivos serão cumpridos, ao invés de metas individualizadas. A premiação e reconhecimento geralmente ocorre individualmente e não no âmbito da equipe.

E o pior de tudo foi constatar recentemente que isso não ocorre somente onde a pessoa que conseguir crédito por alguns feitos sozinha será beneficiada com aumento ou promoção, mas também ocorre em locais onde um não tem como afetar a progressão ou não do outro. Mesmo assim as pessoas retém informações e não contribuem para a evolução do seu semelhante.

Daí questiono: por que será que temos cada vez mais guerras? Será que atitudes como essas não podem, com o tempo, ganhar maior amplitude e gerar conflitos entre nações?
Pode parecer coisa de pacifista e ser totalmente clichê, mas não deveríamos cada um procurar fazer o bem e ajudar quem está próximo eclodindo na famosa “Corrente do Bem”?

Fica aí pra quem quiser procurar ser melhor e garanto que um “Bom dia!”, um simples ceder lugar, ser mais tranqüilo no trânsito, respeitar os outros fará uma grande diferença no final do seu dia. Você provavelmente terá contribuído para fazer o dia de outra pessoa menos estressante e isso retornará pra você em satisfação pelo dever cumprido.

Uma ótima semana a todos!!!

sexta-feira, outubro 26, 2007

Filho Pródigo

É mais ou menos o que me tornei, depois de tanto tempo desaparecida...

Muitas mudanças nesse período, muitas notícias boas. Levando a vida, muito feliz!!!!

É isso aí, passei em um concurso de agora minha lotação é na UTFPR. Virei funcionária do Lula!!!! kkkkkk Fazer o que?! Mas estou adorando!!! Esse negócio de serviço público é muito bom mesmo!!!! Ainda mais eu que gosto de estudar, trabalhar em uma universidade é muito legal mesmo!!!

É isso aí galera, vamos ver se mando mais notícias...